Uma
testemunha ocular do caso ET de Varginha
Nota
Uma
testemunha ocular do famoso "Incidente
em Varginha" conta seu relato incrível
sobre o que presenciou naquele janeiro
de 1996. Essa testemunha participou
da operação militar que
encontrou o ET. Sua riqueza de detalhes
é incrível. Fatos que
nunca imaginávamos ou que não
nos eram divulgados. Esse relato estava
no fórum do site, mas achei interessante
publucá-lo em uma área
de maior vizualização.
Sua
identidade é mantida em sigilo.
"Eu
servia na escola de Sargentos das Armas
em Três Corações
no ano de 1996. Estava em casa, quando
recebi ordens para me dirigir rapidamente
para o quartel. Eu era do Pelotão
de Operações Especiais
e aquele tipo de chamado era comum.
Fui um dos primeiros a chegar no quartel.
Embarcamos em uma viatura, com efetivo
de 04 soldados, 03 sargentos, 02 oficiais
e rumamos para a cidade de Varginha.
Ninguém nos dizia o que estava
acontecendo. Não sabíamos,
até então, para onde íamos
e qual era nossa missão.
Não
estranhei o procedimento, pois era normal
recebermos esse tipo de missão
inopinada como exercício (no
jargão militar chamamos de "manda
brasa"). Parecia só mais
um exercício de rotina, só
a presença de um oficial superior
(um Major), no comando da operação
saia da rotina. Chegamos na cidade com
o toldo da viatura abaixado, e ficamos
parados por um tempo aguardando ordens.
Recebemos ordens para desembarcar perto
de uma mata na periferia da cidade.
O oficial no comando nos reuniu e disse
que nossa missão era "capturar
um animal na mata". Perguntei se
era preciso fazermos um "pente
fino" (uma busca) na área,
e o comandante nos informou que o "bicho"
já estava isolado e que não
devíamos em hipótese alguma
feri-lo. Fomos divididos em dois grupos,
um faria a captura e o outro faria a
segurança. A ação
foi rápida. Entramos na mata
e cercamos o animal.
Até
então tudo parecia uma missão
simples. Um companheiro chegou a reclamar
"P... m..., me chamar em casa para
pegar bicho!?". Ao nos aproximarmos
percebi que o animal era totalmente
diferente de tudo que eu já tinha
visto na minha vida. Todos ficaram assustados
com a estranheza do tal "bicho".
Chegamos
a pensar que era uma simulação,
algo para testar nossa reação.
Capturamos a criatura facilmente pois
a mesma não esboçou qualquer
reação. Neste momento
fomos surpreendidos por uma segunda
criatura que apareceu, e veio em nossa
direção de uma forma ameaçadora.
Um dos soldados, que fazia segurança
se assustou, disparou o fuzil e acertou
a criatura. Recolhemos as duas criaturas
e colocamos na viatura. Os soldados
receberam ordens para embarcar em uma
outra viatura, que seguiu para o Hospital
da cidade (era uma finta, para desviar
a atenção da população).
Eu e mais dois sargentos embarcamos
juntos com as criaturas com os dois
oficiais que embarcaram na cabina da
viatura, e rumamos para Três Corações.
Chegamos no quartel e militares da 2ª
Seção (seção
de inteligência e informações)
nos interrogaram separadamente. Em seguida
foi dado uma explicação
para o que tinha acontecido, mas não
era convincente, depois aos sargentos
foi dada outra completamente diferente,
e nos foi pedido sigilo. Esta ultima
explicação, na época
foi convincente (prefiro não
comentar sobre tal versão, pois
a mesma é oficial e confidencial),
mas nada foi mencionado sobre naves
e seres espaciais. Ficamos no quartel
por uns dias (uma espécie de
"quarentena"), depois fomos
liberados, mas mesmo assim tínhamos
que toda noite, durante um certo tempo,
responder ao pernoite (dormir no quartel).
A
história sobre Et, fiquei sabendo
pela TV. Até uns dois anos depois
do ocorrido, mesmo tendo participado
do fato, nunca acreditei na versão
da mídia e sim na versão
apresentada. A semelhança das
criaturas com um macaco dava sentido
a versão do Exército.
Elas eram muito parecidas com o macaco
aranha, um macaco da região amazônica.
O tamanho, os membros alongados, a falta
do polegar na mão, entre outros
detalhes. A estranha aparência
humana também fazia sentido,
pois a criatura não tinha pelos.
A pele da que estava viva era extremamente
clara e da outra um pouco mais escura.
A cabeça era um pouco desproporcional
ao restante do corpo e o rosto lembrava
uma criança recém nascida,
apesar do nariz ser bem pequeno e chato,
semelhante ao do macaco em questão.
Fiquei na duvida sobre o sexo das criaturas,
pois não era possível
ver a genitália dos seres, mas
a massa corporal do que estava morto
era bem maior do que o outro, o que
nos fez pensar que o morto era macho
e o vivo uma fêmea. Na versão
oficial a criatura se tratava de um
animal, mas alguns detalhes me levaram
a crer que o ser possuía inteligência.
Exemplo
disso foi quando meu companheiro apontou
a arma para a criatura e esta tomou
uma postura defensiva, colocando as
mãos protegendo o rosto. Percebi
também que o ser olhava de maneira
desconfiada para o sargento que falava
num tom mais alto e que lhe apontou
a arma. Ela também olhava para
o outro ser morto mostrando um certo
pesar, e em determinado momento começou
a emitir um som que não seria
especulação dizer que
era um choro. A prova mais incrível
da sua racionalidade foi quando retirei
da minha mochila uma manta de velame
(um pedaço de pano de pára-quedas)
e a cobri. Seu olhar de agradecimento
foi algo totalmente humano. Com o tempo
outros fatos me fizeram acreditar que
eu estava no meio de uma conspiração,
pois os quatro soldados deram baixa
antes do tempo, e nunca mais tive noticias
dos mesmos.
Um
dos sargentos envolvidos também
sumiu, e seu nome não mais consta
nos registros do Exército. Continuei
mantendo contato com o outro sargento,
que foi transferido no ano seguinte.
Nós dois tivemos um mesmo problema
de saúde, uma seria inflamação
no olho direito (no caso dele esquerdo)
e ambos tivemos que ser internados na
mesma época. Exatamente um ano
depois da primeira internação,
eu tive outra inflamação,
desta vez no outro olho. Eu e os outros
dois sargentos e o oficial subalterno,
num prazo curto, sofremos punições,
todos em circunstancias duvidosas possivelmente
para nos descreditar caso resolvêssemos
falar sobre o acontecido.
E
difícil dizer o que realmente
aconteceu naquele dia. Na verdade não
sei dizer se aquela criatura era realmente
um ser de outro planeta. O único
detalhe que me intriga até hoje
é o ferimento da criatura morta.
O projetil acertou o tórax da
criatura, e mesmo o tiro ter sido disparado
a uma distancia muita pequena o projetil
não atravessou o ser. Já
vi seres humanos e animais feridos por
tiro de fuzil do mesmo calibre em questão
e em todos os casos, o projetil atravessa
com facilidade, mesmo numa distancia
bem maior. O ser não sangrou,
mas acho que isso se deve ao fato da
munição usada ter sido
do tipo traçante. Um tipo de
munição com uma pequena
carga de fósforo branco, utilizada
para sinalizar a direção
do tiro, mas que cauteriza o ferimento
nos casos de disparos a curta distancia.
O único liquido que escorreu
em pequena quantidade na boca do ser,
não se parecia muito com sangue,
pois o mesmo tinha uma coloração
muito esbranquiçada.
Ainda
estou na ativa e por isso preciso ficar
no anonimato, mas futuramente pretendo
escrever um livro e fazer revelações
surpreendentes, inclusive sobre a versão
oficial. Nos últimos anos venho
guardando vários documentos que
podem comprovar vários fatos
que narrei e de alguns fatos que preferi
ocultar e revelar posteriormente. "